O primeiro mundo está sendo envenenado pelo próprio veneno. A globalização, que prega a queda das fronteiras, inicialmente as econômicas e comerciais (assim era o objetivo das empresas que buscavam novos mercados e mão-de-obra mais barata), agora também é das fronteiras culturais, raciais e religiosas. A globalização de todas as fronteiras é inevitável com a tecnologia atual, a facilidade de comunicação, o trânsito livre de capitais e mercadorias e a migração de pessoas devida principalmente às desigualdades de qualidade de vida entre países.
Mesmo no Brasil e nos EUA, que se formaram com imigrações de vários países e portanto com a miscigenação de povos, o preconceito entre raças é grande. Loucos têm em todo lugar do mundo, mesmo em países mais desenvolvidos. E esses loucos, quando pressionados como, por exemplo, falta de emprego (ocupado por um imigrante) e também pelo convívio por práticas culturais diferentes, têm atitudes totalmente fora dos padrões, até desumanas. O que fazer?
(1) Reduzir diferenças mundiais: países ricos e grandes empresas deveriam investir na melhoria da qualidade de vida da população e trabalhadores de países subdesenvolvidos e assim tentar reduzir a migração;
(2) Evitar tensões culturais, raciais e religiosas: os governos que recebem imigrantes devem fazer campanhas para acolhê-los no sentido de mostrar à sua população a riqueza da cultura dos povos que estão imigrando e demonstrar que as diferenças são importantes e construtivas para os seus países;
(3) Medidas paliativas: proibir o comércio de armas, criminalizar a demonstração de xenofobia e radicalismos políticos, raciais ou religiosos.
Na verdade, uma nova ordem mundial está surgindo. São naturais as tensões para a mudança e vamos ainda ver mais atitudes insanas como a deste norueguês, até que um novo equilíbrio seja alcançado. Esta nova ordem enaltecerá a preservação da Terra e terá uma hierarquia mundial de gerenciamento de políticas globais e locais para que se diminuam as diferenças e melhore a qualidade média de vida da população no planeta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário